PSU PRMMT - Processo Seletivo Unificado de Residência Médica do MT — Prova 2025
Considerando a parada cardiorrespiratória (PCR) na criança, é correto afirmar que:
PCR pediátrica: 5Hs e 5Ts são causas reversíveis, tratar durante ressuscitação.
As causas reversíveis de PCR, conhecidas como 5 Hs e 5 Ts, são cruciais na ressuscitação pediátrica. Pneumotórax hipertensivo e tamponamento cardíaco (ambos 'T' de 'Tensão') são emergências que, se identificadas e tratadas rapidamente, podem reverter a PCR e melhorar o prognóstico.
A parada cardiorrespiratória (PCR) em crianças difere da PCR em adultos, sendo mais frequentemente de origem respiratória ou hipóxica. É crucial para o residente compreender as particularidades da ressuscitação pediátrica, incluindo as causas reversíveis, que, se identificadas e tratadas prontamente, podem melhorar significativamente o prognóstico. As causas reversíveis são categorizadas como 5 Hs (hipóxia, hipovolemia, hipo/hipercalemia, hipotermia, hipoglicemia/acidose) e 5 Ts (pneumotórax hipertensivo, tamponamento cardíaco, toxinas, trombose coronariana/pulmonar). O tratamento dessas condições, como a descompressão de um pneumotórax hipertensivo ou a pericardiocentese para tamponamento, deve ser realizado concomitantemente às manobras de ressuscitação. No manejo da PCR pediátrica, a qualidade das compressões torácicas e ventilações é primordial. Após a intubação, as compressões devem ser contínuas e as ventilações assíncronas. O acesso intraósseo é uma alternativa rápida e eficaz ao acesso venoso periférico quando este é difícil. O reconhecimento e tratamento das causas reversíveis são pilares para o sucesso da ressuscitação.
As principais causas reversíveis são os 5 Hs (hipóxia, hipovolemia, hipo/hipercalemia, hipotermia, hipoglicemia/acidose) e 5 Ts (tensão pneumotórax, tamponamento cardíaco, toxinas, trombose coronariana/pulmonar).
Após a intubação orotraqueal, as compressões torácicas devem ser contínuas (100-120/min) e as ventilações realizadas a uma taxa de 1 ventilação a cada 2-3 segundos (20-30 ventilações/min), sem interrupção das compressões.
Sim, o acesso venoso periférico é a via preferencial inicial. Se não for rapidamente estabelecido, o acesso intraósseo deve ser obtido imediatamente, pois é uma via segura e eficaz para a administração de fluidos e medicamentos.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo