HPP - Hospital Infantil Pequeno Príncipe (PR) — Prova 2020
Um paciente é admitido no pronto atendimento trazido por colegas após cair durante um jogo de futebol há 10 minutos. Você percebe que o paciente encontra-se sem pulso e inicia manobras de ressuscitação cardiopulmonar. Após 30 segundos o desfibrilador chega e você utiliza as pás para obter o traçado abaixo: Após a aplicação do choque, qual deve ser a sua conduta?
PCR (FV/TVSP) → Choque, depois compressões imediatas por 2 min, reavaliar ritmo, epinefrina após 2º choque sem sucesso.
No algoritmo de ACLS para ritmos chocáveis (FV/TVSP), após cada choque, as compressões torácicas devem ser reiniciadas imediatamente por 2 minutos, sem interrupção para palpar pulso ou checar ritmo, para garantir a perfusão miocárdica. A epinefrina é administrada após o segundo choque, se o ritmo persistir chocável.
A Parada Cardiorrespiratória (PCR) é uma emergência médica que exige reconhecimento rápido e intervenção imediata. As diretrizes do Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) fornecem um algoritmo claro para o manejo da PCR, diferenciando ritmos chocáveis (Fibrilação Ventricular - FV e Taquicardia Ventricular Sem Pulso - TVSP) de ritmos não chocáveis (Assistolia e Atividade Elétrica Sem Pulso - AESP). Para ritmos chocáveis, a desfibrilação é a intervenção mais importante. Após a aplicação de cada choque, as compressões torácicas devem ser reiniciadas imediatamente, sem interrupção para checar pulso ou ritmo, e mantidas por 2 minutos. Essa estratégia visa maximizar o tempo de perfusão miocárdica e cerebral. A administração de medicamentos, como a epinefrina, segue um cronograma específico: a primeira dose de epinefrina é administrada após o segundo choque, se o ritmo persistir chocável, e a cada 3-5 minutos a partir de então. Antiarrítmicos como a amiodarona ou lidocaína são considerados após o terceiro choque. O conhecimento e a aplicação correta desses passos são vitais para otimizar os resultados da ressuscitação.
Reiniciar as compressões imediatamente após o choque é crucial para manter a perfusão cerebral e coronariana, minimizando o tempo sem fluxo sanguíneo e aumentando as chances de sucesso da ressuscitação.
A epinefrina é administrada após o segundo choque, se o ritmo persistir chocável (FV/TVSP), e a cada 3-5 minutos a partir de então, para aumentar a pressão de perfusão coronariana e cerebral.
Os ritmos chocáveis são a Fibrilação Ventricular (FV) e a Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP). Os ritmos não chocáveis são a Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e a Assistolia.
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