ENARE/ENAMED — Prova 2023
Um homem de 63 anos, recebendo medicação para dor epigástrica na sala de observação do pronto atendimento, apresenta um colapso ao levantar-se da poltrona. Qual é a conduta imediata mais adequada nesse caso?
Colapso súbito → primeira ação é checar responsividade e segurança da cena, antes de qualquer outra intervenção.
Em um cenário de colapso súbito, a prioridade é garantir a segurança do ambiente e, em seguida, verificar se o paciente está responsivo. Isso determina se há uma PCR e qual o próximo passo no algoritmo de suporte básico de vida (BLS).
O colapso súbito de um paciente em ambiente hospitalar ou pré-hospitalar exige uma abordagem rápida e sistemática para identificar e tratar uma possível parada cardiorrespiratória (PCR). A sequência de ações, conforme os protocolos de Suporte Básico de Vida (BLS), é crucial para maximizar as chances de sobrevida e garantir a segurança. De acordo com os protocolos de BLS, a primeira ação ao se deparar com um paciente que colapsou é garantir a segurança da cena. Em seguida, deve-se checar a responsividade do paciente, chamando-o em voz alta e tocando seus ombros. Se não houver resposta, o próximo passo é pedir ajuda e avaliar a respiração e o pulso simultaneamente por no máximo 10 segundos. Apenas após confirmar a ausência de responsividade, respiração normal e pulso é que se deve iniciar as compressões torácicas de alta qualidade e acionar o sistema de emergência. Realizar um ECG ou aplicar epinefrina são ações que vêm depois da avaliação inicial e do início das manobras de reanimação, se indicadas, seguindo o algoritmo de Suporte Avançado de Vida (ACLS).
A primeira etapa é sempre garantir a segurança da cena para o socorrista e para o paciente. Em seguida, deve-se checar a responsividade do paciente, chamando-o em voz alta e tocando seus ombros para verificar se há alguma resposta.
Se o paciente não estiver responsivo, deve-se chamar por ajuda, verificar a respiração e o pulso simultaneamente (por no máximo 10 segundos). Se não houver pulso ou respiração normal, iniciar as compressões torácicas e acionar o serviço de emergência.
Iniciar compressões torácicas sem checar a responsividade e a respiração/pulso pode ser desnecessário e até prejudicial se o paciente estiver apenas desmaiado ou com outro problema que não seja uma PCR. A sequência correta garante a intervenção apropriada e segura.
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