UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2022
Lactente, 3m, é trazida pelos familiares inconsciente, em apneia e hipotônica. PARA AVALIAÇÃO DE PARADA CARDIORESPIRATÓRIA, O PULSO A SER EXAMINADO É:
Em lactentes com suspeita de PCR, o pulso a ser examinado é o braquial.
Durante a avaliação de uma parada cardiorrespiratória em lactentes, o pulso braquial é o local preferencial para a checagem, devido à sua facilidade de palpação e confiabilidade nessa faixa etária, sendo mais acessível que o carotídeo e mais fidedigno que o radial ou pedioso.
A parada cardiorrespiratória (PCR) em lactentes é uma emergência médica crítica, frequentemente de origem respiratória. A avaliação rápida e precisa é fundamental para iniciar as manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) e melhorar as chances de sobrevivência. As diretrizes do PALS (Pediatric Advanced Life Support) fornecem um protocolo padronizado para o manejo dessas situações. A avaliação inicial de um lactente inconsciente e em apneia inclui a verificação da responsividade, respiração e circulação. A checagem do pulso é um componente crucial da avaliação circulatória para determinar a necessidade de compressões torácicas. Em lactentes (geralmente definidos como < 1 ano de idade), o pulso braquial é o local recomendado para a palpação. Ele é encontrado na face medial do braço, entre o cotovelo e o ombro. O pulso carotídeo, embora usado em crianças maiores e adultos, é mais difícil de localizar em lactentes devido ao pescoço curto e à presença de tecido adiposo. Pulsos periféricos como o radial ou pedioso são menos confiáveis em situações de choque ou PCR. A checagem do pulso não deve demorar mais de 10 segundos. Se o pulso for ausente ou lento (< 60 bpm com sinais de má perfusão), as compressões torácicas devem ser iniciadas.
Em lactentes (até 1 ano de idade) com suspeita de parada cardiorrespiratória, o pulso a ser examinado é o braquial, localizado na face interna do braço, entre o cotovelo e o ombro.
O pulso braquial é preferível em lactentes devido à sua facilidade de palpação nessa faixa etária, sendo mais acessível e confiável do que o pulso carotídeo, que é mais difícil de localizar em bebês.
A checagem do pulso deve ser rápida, não excedendo 10 segundos. Se não for possível sentir o pulso ou se houver dúvida, deve-se iniciar as compressões torácicas imediatamente.
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