Santa Casa de Maceió (AL) — Prova 2020
Infelizmente os dados na literatura quanto à incidência de PCR no Brasil são escassos. Podemos entretendo indicar que ocorre erro no item:
PCR extra-hospitalar: FV/TVsp são ritmos chocáveis mais comuns e com melhor prognóstico se desfibrilados precocemente.
Em PCR extra-hospitalar, a Fibrilação Ventricular (FV) e a Taquicardia Ventricular sem pulso (TVsp) são os ritmos chocáveis mais frequentes. A desfibrilação precoce, idealmente em 3-5 minutos, é crucial para aumentar a taxa de sobrevida, sendo a FV o ritmo chocável mais prevalente.
A Parada Cardiorrespiratória (PCR) em ambiente extra-hospitalar é um evento de alta morbimortalidade, e o reconhecimento dos ritmos cardíacos é fundamental para o manejo adequado. A Fibrilação Ventricular (FV) e a Taquicardia Ventricular sem pulso (TVsp) são os ritmos chocáveis mais comuns e representam a maior chance de reversão com desfibrilação precoce. A compreensão da epidemiologia e dos fatores prognósticos é essencial para a prática médica. A FV é o ritmo inicial mais frequente em PCRs de origem cardíaca, especialmente em adultos. A TVsp também é um ritmo chocável, mas geralmente menos prevalente que a FV como ritmo inicial. A Assistolia e a Atividade Elétrica sem Pulso (AESP) são ritmos não chocáveis, com prognóstico geralmente pior, e requerem foco em compressões torácicas de alta qualidade e identificação de causas reversíveis. A desfibrilação precoce é a intervenção mais eficaz para FV/TVsp, com taxas de sobrevida que podem chegar a 50-70% se realizada nos primeiros 3-5 minutos. A cadeia de sobrevida da PCR extra-hospitalar enfatiza o reconhecimento precoce, acionamento do serviço de emergência, RCP de alta qualidade e desfibrilação rápida. O treinamento contínuo de profissionais de saúde e leigos é vital para melhorar os desfechos.
Os ritmos de PCR são classificados em chocáveis (Fibrilação Ventricular e Taquicardia Ventricular sem pulso) e não chocáveis (Assistolia e Atividade Elétrica sem Pulso). A identificação rápida é fundamental para guiar a conduta.
A desfibrilação precoce é crucial para ritmos chocáveis (FV/TVsp), pois cada minuto de atraso na desfibrilação diminui a chance de sobrevida em 7-10%. O acesso rápido a um desfibrilador é um fator determinante para o prognóstico.
Em ambiente extra-hospitalar, os ritmos chocáveis, especialmente a Fibrilação Ventricular, são os mais comuns no início da PCR, respondendo por uma parcela significativa dos casos. A Assistolia e a Atividade Elétrica sem Pulso são mais frequentes em PCRs prolongadas ou de origem não cardíaca.
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