PCR em Assistolia: O Papel da Epinefrina no ACLS Atual

IC-FUC/RS - Instituto de Cardiologia - Fundação Universitária de Cardiologia (RS) — Prova 2017

Enunciado

Homem, 74 anos, portador de Diabetes Mellitus, Hipertensão Arterial Sistêmica, Insuficiência Renal Crônica em hemodiálise há 2 anos, está hospitalizado para tratamento de broncopneumonia. Durante a visita matinal rotineira, o médico residente encontra o paciente inconsciente e sem pulso. Ele avisa à enfermeira para acionar o Time de Resposta Rápida (TRR) e inicia manobras de RCP pelas compressões. Na chegada do TRR, é constatada assistolia no monitor. As compressões são reiniciadas e o médico solicita a administração de 40 UI de vasopressina IV. Esta conduta foi:

Alternativas

  1. A) Correta, pois a vasopressina pode substituir a primeira ou a segunda dose de epinefrina no tratamento da PCR.
  2. B) Errada, pois o médico deveria primeiro realizar intubação traqueal e depois iniciar o tratamento com vasopressor para ressuscitação.
  3. C) Errada, pois o médico deveria ter solicitado desfibrilação imediata com 200 J.
  4. D) Errada, pois a vasopressina não oferece nenhuma vantagem como substituto da dose padrão de epinefrina em PCR.
  5. E) Errada, pois a atropina é a droga de escolha em PCR por assistolia.

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