Pancreatite Biliar Aguda: Diagnóstico e Manejo Cirúrgico

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Paciente de 37 anos deu entrada na emergência queixando-se de dor abdominal em região epigástrica e hipocôndrio direito, associada a náuseas e vômitos. A sintomatologia iniciou-se há 24 horas e foi piorando de forma progressiva. Encontrava-se taquicárdica, afebril e normotensa. O abdome estava doloroso à palpação profunda em andar superior com sinais discretos de irritação peritoneal. Rotina laboratorial evidenciou leucocitose discreta sem desvio, aumento importante da amilase, da lipase e bilirrubina duas vezes o limite normal. Realizou ultrassonografia que demonstrou vesícula biliar de paredes espessadas contendo cálculos, vias biliares pouco dilatadas, além de líquido livre na cavidade abdominal. A avaliação do retroperitônio estava prejudicada devido ao intenso meteorismo intestinal. Nesse caso, a conduta mais adequada a ser tomada é:

Alternativas

  1. A) Suporte clínico e colecistectomia laparoscópica.
  2. B) Colangiorressonância e papilotomia endoscópica.
  3. C) Drenagem percutânea e antibioticoterapia venosa.
  4. D) Colecistectomia aberta e exploração das vias biliares.

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