Pancreatite Aguda Grave: Amilase e Critérios de Gravidade
Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2016
Enunciado
Mulher, 54 anos, foi admitida no serviço de emergência com quadro de pancreatite aguda grave de origem biliar com 1 dia de evolução. Ao exame, estava desidratada, taquicárdica, taquipneica, com muita dor à palpação do andar superior do abdome. Amilase de entrada = 1.700 UI/L; leucócitos = 18.000; creatinina = 1,9 mg/dl e gasometria da admissão com acidose metabólica. Com relação ao caso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
A) O melhor critério para caracterizar a gravidade sistêmica dessa pancreatite é adosagem da Proteína C-Reativa (PCR).
B) O prognóstico da doente é ruim, pois a falência orgânica instalada logo à admissão, como nesse caso, é sempre irreversível.
C) A hiperamilasemia não está relacionada à gravidade dessa pancreatite.
D) O quadro clínico sugere sepse grave sendo indicada laparotomia exploradora e necrosectomia.
E) Está indicada a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica precoce, de rotina, pois se trata de uma pancreatite grave.
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