SMS Foz do Iguaçu - Secretaria Municipal de Saúde (PR) — Prova 2024
Os pólipos adenomatosos apresentam uma distribuição anatômica semelhante ao adenocarcinoma colorretal, podem variar em tamanho e podem ser sésseis, planos ou pedunculados. Além disso, o rastreamento, a detecção precoce e a remoção dos pólipos adenomatosos reduzem substancialmente o risco de um câncer colorretal subsequente. Com relação à pancreatite, analise atentamente os itens a seguir. I. A pancreatite aguda é causada pela ativação prematura de enzimas digestivas dentro das células acinares pancreáticas. Essas enzimas ativadas provocam lesão celular e necrose. II. Vermes da espécie Ascaris lumbricoides podem causar pancreatite por obstruir o ducto pancreático à medida que eles migram através da ampola de Vater. III. Dor abdominal, náuseas e vômitos são os sinais/sintomas típicos da pancreatite aguda. A dor abdominal é geralmente na região epigástrica e frequentemente irradia para o dorso. A dor é constante, atinge sua intensidade máxima em 30 a 60 minutos e persiste por dias. IV. A maioria dos pacientes com pancreatite aguda apresenta elevações dos níveis séricos de amilase ou lipase algumas horas após o aparecimento dos sinais/sintomas. A amilase é geralmente preferida à lipase como exame diagnóstico em razão de sua especificidade superior. Estão corretos os itens:
Pancreatite aguda = ativação enzimática intrapancreática. Dor epigástrica irradiando para o dorso + náuseas/vômitos. Lipase é mais específica que amilase.
A pancreatite aguda é uma inflamação do pâncreas causada pela ativação prematura de enzimas digestivas dentro das células acinares, levando a autodigestão e necrose. A apresentação clássica inclui dor abdominal intensa na região epigástrica, frequentemente irradiando para o dorso, acompanhada de náuseas e vômitos. A elevação de amilase e lipase séricas é diagnóstica, sendo a lipase preferível pela sua maior especificidade e sensibilidade.
A pancreatite aguda é uma condição inflamatória do pâncreas que pode variar de leve a grave, com potencial de morbimortalidade significativa. Sua fisiopatologia central envolve a ativação prematura de enzimas digestivas, como a tripsina, dentro das células acinares pancreáticas. Essa ativação intrapancreática leva à autodigestão do órgão, resultando em um processo inflamatório que pode causar lesão celular, necrose e, em casos graves, falência de múltiplos órgãos. As causas mais comuns de pancreatite aguda são a litíase biliar e o alcoolismo, mas outras etiologias incluem hipertrigliceridemia, hipercalcemia, trauma, medicamentos, infecções (como por Ascaris lumbricoides, que pode obstruir o ducto pancreático) e causas idiopáticas. A apresentação clínica clássica é de dor abdominal intensa na região epigástrica, com irradiação para o dorso, acompanhada de náuseas e vômitos. A dor é tipicamente constante, atinge o pico em minutos e persiste por dias. O diagnóstico da pancreatite aguda baseia-se na presença de dois dos três critérios: dor abdominal característica, elevação da amilase ou lipase sérica (pelo menos 3x o limite superior da normalidade) e achados de imagem compatíveis (tomografia computadorizada). A lipase é considerada um marcador mais específico e sensível que a amilase. O tratamento é principalmente de suporte, com hidratação venosa agressiva, analgesia e manejo das complicações. A identificação e tratamento da causa subjacente são cruciais para prevenir recorrências.
Os sintomas típicos da pancreatite aguda incluem dor abdominal intensa, constante, na região epigástrica, que frequentemente irradia para o dorso. É comum a presença de náuseas e vômitos, além de distensão abdominal e febre em casos mais graves. A dor atinge sua intensidade máxima em 30 a 60 minutos e pode persistir por dias.
Na pancreatite aguda, as enzimas digestivas, como a tripsina, são ativadas dentro das células acinares do pâncreas em vez de no lúmen intestinal. Essa ativação intrapancreática leva à autodigestão do próprio tecido pancreático, resultando em inflamação, lesão celular, edema, hemorragia e necrose do órgão.
A elevação dos níveis séricos de amilase ou lipase em pelo menos três vezes o limite superior da normalidade é um critério diagnóstico para pancreatite aguda. A lipase é geralmente preferida à amilase por sua maior especificidade para o pâncreas, maior sensibilidade e por permanecer elevada por um período mais prolongado, sendo menos influenciada por outras condições.
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