Pancreatite Aguda Biliar: Diagnóstico e Manejo Essencial

Santa Casa de Maceió (AL) — Prova 2023

Enunciado

Jovem, masculino, 32 anos, é internado por episódios de vômitos de início há 24 horas, associado a dor abdominal refratária à analgésicos simples. Nega febre. Nega trauma recente. Nega sintomas urinários. Refere anorexia. Ao exame físico: regular estado geral, desidratado +++/4, corado, anictérico, afebril, taquicárdico. Ausculta pulmonar normal. Abdome com cicatriz prévia de laparotomia mediana por trauma (há 3 anos), distendido, ruídos abdominais muito reduzidos, doloroso em epigástrio e todo andar superior, mas sem sinais de peritonite. Realizou radiografia (abaixo) e foi submetido a ultrassonografia que visualizou vesícula biliar com parede de 3 mm, com cálculos em seu interior, múltiplos, todos com tamanho menor que 5 mm, e ducto colédoco com 4 mm. O pâncreas não foi visualizado por interposição gasosa. A principal hipótese diagnóstica e o tratamento mais adequado é:

Alternativas

  1. A) Pancreatite aguda biliar - jejum, analgesia e hidratação, e posteriormente colecistectomia.
  2. B) Colecistite aguda - colecistectomia.
  3. C) Colecistite aguda - colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.
  4. D) Bridas - cirurgia de Hartmann.

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