Pancreatite Aguda Biliar: Manejo Inicial e Diagnóstico

HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2015

Enunciado

Mulher de 43 anos, três filhos, Índice de Massa Corpórea (IMC) de 32,5 kg/m², apresenta-se ao pronto-socorro com quadro de dor abdominal de forte intensidade, acompanhada de vômitos e icterícia. Os exames iniciais mostram amilase sérica de 327 Us, TGO de 122, TGP de 120, GGT de 278, bilirrubinas totais de 4,5 mg à custa de bilirrubina direta. O U.S. mostra colelitíase com pequena dilatação intra-hepática e do hepatocolédoco. Avaliação do colédoco distal e pâncreas prejudicada. A conduta deve incluir:

Alternativas

  1. A) Jejum, hidratação, analgésicos, antiemético, observação e reavaliação clínica permanente.
  2. B) A avaliação do caso como pancreatite aguda biliar, tratar clinicamente, inclusive com antibiótico de largo espectro e estabelecer os critérios de Ranson para classificação com novos exames sorológicos em 24 horas.
  3. C) A tomografia computadorizada abdominal, pois existe dúvida diagnóstica e U.S., embora muito bom para fígado e vesícula, não o é para colédoco distal e pâncreas.
  4. D) A colangiopancreatografia endoscópica retrógrada que seria diagnóstica e terapêutica, mas devido à possibilidade de colangite, a congiografia por ressonância magnética tem preferência diagnóstica. 
  5. E) A colecistectomia laparoscópica ou convencional com colangiografia por se tratar de abdome agudo inflamatório.

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