Manejo do Pan-hipopituitarismo por Macroadenoma Hipofisário

Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina — Prova 2025

Enunciado

Mulher, 57 anos de idade, apresenta quadro de perda visual progressiva e cefaleia. Relata estar apresentando mal-estar frequente, fraqueza e náuseas. Menopausa há 4 anos. Ao exame físico, apresenta hipotensão postural. Exames laboratoriais: TSH = 0,97 mUI/mL (VR 0,4 a 4,0 mUI/mL), T4 livre = 0,7 ng/dL (VR 0,9 a 1,8 ng/dL), FSH = 3,8 mUI/mL (VR 3,6 a 16,6 mUI/mL), LH = 1,6 mUI/mL (VR 1,1 a 11,1 mUI/mL), cortisol = 3,6 mcg/dL (VR 5,0 a 25 mcg/dL), ACTH = 12,6 pg/mL (VR < 46 pg/mL), IGF-1 = 64 ng/mL (VR 83 a 241 ng/mL), prolactina = 90 ng/dL (VR 5 a 25 ng/dL). Ressonância magnética da sela túrcica = lesão de 3,1 x 2,1 x 3,1 cm em região selar compatível com adenoma hipofisário. Considerando o diagnóstico mais provável, qual é a alternativa mais adequada em relação à conduta inicial?

Alternativas

  1. A) Iniciar o tratamento com glicocorticoide e depois iniciar reposição de hormônio tiroidiano.
  2. B) Encaminhar para descompressão cirúrgica devido ao risco de perda visual definitiva.
  3. C) Realizar teste de estímulo com glicose para a confirmação da insuficiência adrenal.
  4. D) Iniciar o tratamento com agonista dopaminérgico e reavaliar o perfil hormonal em 3 meses.

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