FAMERP/HB - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - Hospital de Base (SP) — Prova 2025
Você está atendendo um escolar de 7 anos, em parada cardiorrespiratória na enfermaria, já tendo sido obtida via aérea avançada. Em relação às orientações do suporte avançado de vida em pediatria, está indicado:
Via aérea avançada na PCR pediátrica → 1 ventilação a cada 2-3s (20-30 bpm) + compressões contínuas.
Com via aérea avançada, as compressões tornam-se contínuas e a frequência respiratória é aumentada para 20-30 incursões por minuto para otimizar a ventilação na criança.
No Suporte Avançado de Vida em Pediatria (PALS), a abordagem da via aérea e a qualidade das compressões são os pilares da sobrevivência. A atualização de 2020 da American Heart Association (AHA) enfatizou que crianças em PCR frequentemente têm causas respiratórias primárias, justificando uma frequência ventilatória mais alta (20-30 bpm) do que em adultos. Quando o paciente está intubado, a sincronia entre compressão e ventilação é desnecessária. O socorrista responsável pelas ventilações deve focar em manter o ritmo de 1 sopro a cada 2-3 segundos, enquanto o compressor mantém a profundidade (1/3 do diâmetro AP do tórax) e a frequência (100-120/min) de forma ininterrupta, trocando de função a cada 2 minutos para evitar fadiga.
A frequência respiratória durante a PCR com via aérea avançada aumentou. Antes era de 1 ventilação a cada 6 segundos (10 bpm); agora a recomendação é 1 ventilação a cada 2 a 3 segundos (20 a 30 bpm).
Não. Uma vez estabelecida a via aérea avançada (tubo orotraqueal ou máscara laríngea), as compressões torácicas devem ser contínuas (100-120/min) sem pausas para as ventilações.
Embora a frequência tenha aumentado, a hiperventilação excessiva (pressão positiva excessiva) aumenta a pressão intratorácica, o que diminui o retorno venoso e, consequentemente, o débito cardíaco gerado pelas compressões.
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