Padronização de Taxas em Epidemiologia: Conceitos Essenciais

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2020

Enunciado

O artigo “Associação entre obesidade central, triglicerídeos e hipertensão arterial (HÁ) em uma área rural do Brasil”, publicado na revista Arquivos Brasileiros de Cardiologia em 2008, traz a seguinte descrição: Inicialmente, a população participante do estudo (n = 287) foi comparada quanto às suas características demográficas, sociais e econômicas com a população que não estava participando do estudo (n = 121), e as diferenças entre os dois grupos foram identificadas pelo teste de qui-quadrado de Pearson. Uma vez que a amostra final tendia a ser mais velha e a ter mais anos de escolaridade formal, foram calculadas prevalências de HA padronizadas por idade e escolaridade usando-se para isso uma técnica de padronização direta com o software Epidat (OPAS/OMS) versão 3.0. A população padrão era composta por habitantes adultos de uma área rural de Minas Gerais, cujos dados foram obtidos do Censo de 2000, realizado pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE). Sobre o método de padronização, é CORRETO afirmar:

Alternativas

  1. A) A padronização atribui peso às taxas específicas do grupo para que as categorias de exposição se tornem comparáveis.
  2. B) É uma medida que diminui a representatividade da amostra.
  3. C) A população padrão deve ser fixa em todos os cálculos, usando as referências da Organização Mundial de Saúde (OMS).
  4. D) Para a comparação de prevalências entre esses grupos, a padronização por proporção de mulheres seria mais indicada.
  5. E) O estudo descreve uma amostra representativa da população mineira.

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