FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2017
A abordagem do paciente idoso em atenção primária à saúde é um processo diagnóstico multidimensional, influenciado por diferentes fatores, tais como o ambiente onde o paciente vive, a relação médico-paciente e médico-familiares, a história clínica e o exame físico. Segundo a Organização Mundial da Saúde, indique a alternativa contendo os grupos de idosos em situação de risco.
Grupos de risco em idosos (OMS): idade > 80, institucionalizados, vivendo sozinhos, sem filhos, limitações sérias, poucos recursos.
A avaliação do paciente idoso na atenção primária deve ser abrangente, identificando grupos de risco que necessitam de atenção especial. A OMS destaca que fatores como idade avançada, isolamento social, institucionalização e vulnerabilidade socioeconômica são determinantes de risco.
A abordagem do paciente idoso na atenção primária à saúde (APS) é um pilar fundamental da geriatria e gerontologia. Caracteriza-se por ser um processo diagnóstico multidimensional, que transcende a mera avaliação de doenças, considerando o contexto social, funcional, cognitivo e emocional do indivíduo. A identificação de idosos em situação de risco é crucial para direcionar intervenções e promover um envelhecimento saudável. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras diretrizes de saúde pública destacam diversos grupos de idosos que apresentam maior vulnerabilidade. Estes incluem idosos com idade avançada (geralmente > 80 anos), aqueles que residem em instituições de longa permanência, os que vivem sozinhos ou sem suporte familiar próximo (sem filhos), e os que possuem limitações funcionais sérias ou disfunções. Além dos fatores de saúde e sociais, a condição socioeconômica também é um determinante importante, com idosos que contam com poucos recursos econômicos estando em maior risco. A APS tem o papel de realizar uma avaliação geriátrica ampla, integrar a família no cuidado, e coordenar a rede de apoio social e de saúde para esses indivíduos, visando a promoção da autonomia, prevenção de agravos e melhoria da qualidade de vida.
Segundo a OMS, os principais grupos de idosos em situação de risco incluem aqueles com 80 anos ou mais, os que vivem em instituições, os que vivem sozinhos, os sem filhos, os com limitações sérias ou disfunções, e os que contam com poucos recursos econômicos.
A avaliação multidimensional é crucial porque considera não apenas a saúde física, mas também aspectos funcionais, cognitivos, sociais e econômicos, permitindo uma compreensão holística do idoso e a identificação de vulnerabilidades.
A atenção primária pode abordar idosos em risco através de rastreamento ativo, visitas domiciliares, encaminhamento para redes de apoio social, programas de promoção da saúde e prevenção de quedas, e manejo integrado de comorbidades.
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