DPOC Grave: Oxigenoterapia e Aumento da Sobrevida em Pacientes

HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2017

Enunciado

Homem, 55 anos, acompanhado em ambulatório com queixa de dispneia progressiva de longa duração, tosse pouco produtiva e antecedente de tabagismo de 2 maços por dia desde os 15 anos de idade. Exame físico: tórax com diâmetro anteroposterior aumentado e murmúrio vesicular diminuído globalmente. Espirometria: VEF1 = 40% e VEF1/CVF = 0,58 pós-uso de broncodilatador. Oximetria de pulso = 85% em ar ambiente. Tomografia computadorizada do tórax de alta resolução: revela alterações compatíveis com enfisema parasseptal bilateral. Qual medida está associada à melhora da sobrevida desse paciente em longo prazo?

Alternativas

  1. A) Broncodilatador beta-agonista de ação prolongada.
  2. B) Anticolinérgico de ação prolongada.
  3. C) Oxigênio suplementar.
  4. D) Corticoterapia inalatória.
  5. E) Corticoterapia inalatória associada a broncodilatador beta-agonista de ação prolongada.

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