SMS Campo Grande - Secretaria Municipal de Saúde (MS) — Prova 2020
No que se refere à osteoporose pós-menopáusica, é correto afirmar que:
Osteoporose pós-menopáusica: fraturas mais comuns = rádio distal, coluna vertebral e fêmur proximal.
A osteoporose pós-menopáusica é caracterizada pela perda de massa óssea devido à deficiência estrogênica. As fraturas de rádio distal (Colles), vertebrais (compressão) e de fêmur proximal (colo do fêmur) são as mais prevalentes e marcadores importantes da doença, impactando significativamente a morbimortalidade.
A osteoporose pós-menopáusica é uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, resultando em aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade a fraturas. Acomete uma parcela significativa das mulheres após a menopausa, sendo um importante problema de saúde pública devido à morbimortalidade associada às fraturas. A perda óssea acelerada ocorre principalmente nos primeiros 5-10 anos pós-menopausa, mas não se restringe aos primeiros três anos. A fisiopatologia central envolve a deficiência estrogênica, que leva a um desequilíbrio entre a reabsorção e a formação óssea, com predomínio da reabsorção. O diagnóstico é feito pela densitometria óssea. As fraturas mais comuns são as de rádio distal (punho), vertebrais (coluna) e de fêmur proximal (quadril), que são consideradas fraturas por fragilidade e são marcadores clínicos da doença. Fatores de risco incluem idade avançada, baixo IMC, tabagismo, sedentarismo, uso crônico de corticoides e história familiar de osteoporose. O tratamento e a prevenção visam reduzir o risco de fraturas. Isso inclui medidas não farmacológicas como dieta rica em cálcio e vitamina D, exercícios físicos de impacto e resistência, e cessação do tabagismo e consumo excessivo de álcool. O tratamento farmacológico pode incluir bisfosfonatos, denosumabe, teriparatida, raloxifeno, entre outros, dependendo do perfil da paciente e do risco de fraturas. É crucial identificar pacientes de alto risco para intervenção precoce e evitar as complicações devastadoras das fraturas osteoporóticas.
As fraturas mais comuns na osteoporose pós-menopáusica são as de rádio distal (punho), as vertebrais (coluna) e as de fêmur proximal (quadril). Estas são consideradas fraturas por fragilidade e indicam a presença de osteoporose.
O principal fator fisiopatológico é a deficiência de estrogênio, que ocorre após a menopausa. O estrogênio desempenha um papel crucial na manutenção da massa óssea, inibindo a reabsorção óssea pelos osteoclastos e promovendo a formação óssea.
O uso esporádico de álcool e cafeína geralmente não determina uma redução significativa da massa óssea. No entanto, o consumo excessivo e crônico de álcool e cafeína pode ser um fator de risco para a osteoporose, por interferir na absorção de cálcio e na função dos osteoblastos.
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