INGOH - Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (GO) — Prova 2015
São fatores inevitáveis e aceleradores para o desenvolvimento da osteoporose no climatério, EXCETO:
Dieta hiperproteica NÃO é fator acelerador de osteoporose; deficiência estrogênica, baixa estatura e magreza são.
A osteoporose no climatério é multifatorial, mas a deficiência estrogênica é central. Fatores como baixa estatura, baixo peso e uso prolongado de anticoncepcionais orais (em algumas situações) podem acelerar a perda óssea, enquanto uma dieta hiperproteica, se equilibrada, não é um fator de risco.
A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, levando a um aumento da fragilidade óssea e do risco de fraturas. No climatério, a deficiência estrogênica é o principal fator etiopatogênico, acelerando a perda óssea e tornando a osteoporose pós-menopausa uma condição prevalente e de grande impacto na saúde pública. Diversos fatores contribuem para o desenvolvimento e aceleração da osteoporose. Fatores genéticos e constitucionais, como baixa estatura e magreza, são considerados de risco. O uso prolongado de anticoncepcionais orais, especialmente aqueles com doses muito baixas de estrogênio ou que induzem amenorreia, pode impactar negativamente a massa óssea em algumas mulheres, embora a evidência seja complexa. Gravidez e lactação podem causar perda óssea transitória, mas geralmente há recuperação pós-parto. É importante diferenciar os fatores de risco. Uma dieta hiperproteica, se equilibrada e acompanhada de ingestão adequada de cálcio e vitamina D, não é um fator acelerador da osteoporose. Pelo contrário, a proteína é essencial para a matriz óssea e a massa muscular. O manejo da osteoporose no climatério envolve a identificação e modificação de fatores de risco, suplementação de cálcio e vitamina D, exercícios físicos e, em casos indicados, terapia de reposição hormonal ou outros fármacos anti-reabsortivos ou anabólicos ósseos.
Os principais fatores incluem deficiência estrogênica pós-menopausa, idade avançada, etnia (caucasiana/asiática), história familiar de osteoporose e constituição física (baixa estatura e magreza).
Não, uma dieta hiperproteica, dentro de limites saudáveis, não é considerada um fator de risco para osteoporose. Na verdade, a ingestão adequada de proteínas é importante para a manutenção da massa óssea e muscular.
A deficiência estrogênica na menopausa leva a um aumento da reabsorção óssea pelos osteoclastos e à diminuição da formação óssea pelos osteoblastos, resultando em perda acelerada de densidade mineral óssea e maior risco de osteoporose.
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