Interpretação de DEXA: Quando o Z-score Indica Causa Secundária

AMP - Associação Médica do Paraná — Prova 2025

Enunciado

Sra. Yara, 62 anos, queixa-se de dores no corpo desde a menopausa, aos 54 anos. Por vezes sente melhora com o repouso, porém também percebeu que a prática de Pilates a alivia no dia da atividade. Já está fazendo reposição de vitamina D e aumentou a ingestão de alimentos ricos em cálcio nos últimos 6 meses. Vem nesta consulta para uma segunda opinião, trazendo densitometria óssea (DEXA) recente com valores de T-score de coluna lombar (L1-L4) de -3,2 e Z-score de -2,1. No colo do fêmur e fêmur total, os valores de T-score foram reportados como -1,0 e -1,5 respectivamente. Ao exame físico: IMC = 19; PA = 120x70 mmHg, Pulso = 68 bpm; sem outras particularidades detectáveis. Sua primeira opinião sobre o caso seria:

Alternativas

  1. A) Solicitar ressonância magnética de coluna lombar, a fim de estabelecer a presença de fraturas morfométricas, que a classificariam como candidata a tratamento anabólico.
  2. B) Ampliar a história clínica aplicando a ferramenta OSIRIS para auxiliar na decisão de tratamento com antirreabsortivos.
  3. C) Solicitar exames para definir o perfil reumatológico, assim como analisar valores séricos de cálcio, fósforo e PTH.
  4. D) Iniciar suplementação com doses de Colecalciferol para atingir valores de calcidiol sérico acima de 40 ng/mL, intensificar a prática de atividade física e solicitar marcadores de reabsorção óssea para a consulta seguinte.
  5. E) Realizar uma anamnese detalhada, identificando fatores de risco para fraturas, lembrando que um score Z baixo aumenta a suspeita de causa secundária, mas que o valor baixo também possa ser explicado pelo tamanho corporal.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo