HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2015
A osteoporose é a mais comum das desordens esqueléticas do mundo e o impacto econômico da doença no sistema público de atendimento à saúde é contundente e considera-se que os profissionais médicos que identificam menos casos de osteoporose estão, provavelmente, falhando em fazer o diagnóstico da condição em muitas das pacientes. Entre as três afirmações abaixo, marque com [C] as corretas e com [E] as erradas e escolha a alternativa com a sequência correta: [ ] Fatores previamente estabelecidos como de risco tais como: demência, baixo peso corporal, menopausa precoce, baixa ingestão de cálcio durante a vida, sedentarismo e história de quedas frequentes, não representaram risco de fraturas. [ ] A definição operacional de osteoporose sugerida pela OMS indica que valores da densidade mineral óssea inferiores a 2,5 desvios padrão da média de valor de pico em adultos jovens (escore T "menor que" -2,5) são compatíveis com o diagnóstico, devido ao alto risco de fraturas; [ ] Vários fatores de risco estão associados tanto com o desenvolvimento de osteoporose quanto com suas fraturas, entre esses: raça branca, tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas e cafeína.
Osteoporose: diagnóstico por escore T < -2,5 DP. Fatores de risco incluem tabagismo, álcool, baixo peso, menopausa precoce.
A osteoporose é diagnosticada pela OMS com escore T < -2,5 desvios padrão na densidade mineral óssea. Fatores de risco importantes incluem menopausa precoce, baixo peso, sedentarismo, baixa ingestão de cálcio, tabagismo, consumo abusivo de álcool e raça branca, todos contribuindo para o risco de fraturas.
A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, levando a um aumento da fragilidade óssea e do risco de fraturas. É uma condição de grande impacto na saúde pública, especialmente em populações idosas, e seu diagnóstico e manejo precoces são essenciais para reduzir a morbidade e mortalidade associadas às fraturas. O diagnóstico operacional de osteoporose, conforme sugerido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é baseado na densidade mineral óssea (DMO) medida por densitometria óssea (DXA). Um escore T igual ou inferior a -2,5 desvios padrão em relação à média de adultos jovens saudáveis é compatível com o diagnóstico. É crucial que os profissionais de saúde identifiquem ativamente os pacientes em risco, pois a subnotificação é comum. Diversos fatores de risco estão associados tanto ao desenvolvimento da osteoporose quanto às fraturas, incluindo menopausa precoce, baixo peso corporal, baixa ingestão de cálcio, sedentarismo, história de quedas, raça branca, tabagismo e consumo abusivo de álcool e cafeína. A identificação e modificação desses fatores, juntamente com o tratamento farmacológico adequado, são pilares na prevenção e manejo da osteoporose, visando a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e a redução do impacto econômico da doença.
Os principais fatores de risco incluem idade avançada, sexo feminino, menopausa precoce, baixo peso corporal, história familiar, baixa ingestão de cálcio, deficiência de vitamina D, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de álcool e cafeína.
A OMS define osteoporose com base na densidade mineral óssea (DMO) medida por densitometria óssea, quando o escore T é igual ou inferior a -2,5 desvios padrão em relação à média de adultos jovens saudáveis.
A complicação mais grave da osteoporose são as fraturas por fragilidade, que ocorrem com traumas mínimos ou mesmo espontaneamente, sendo as mais comuns as fraturas de vértebras, fêmur e rádio distal, com alto impacto na morbidade e mortalidade.
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