HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2020
O diagnóstico da osteoporose é estabelecido por níveis ideais ou normais de densidade mineral óssea (DMO). É correto definir como osteoporose uma DMO de
Osteoporose = DMO com T-score ≤ -2,5 desvios-padrão da média de jovens adultos saudáveis.
O diagnóstico de osteoporose é feito pela densitometria óssea, utilizando o T-score. Um T-score de -2,5 desvios-padrão ou menos, em relação à média de adultos jovens saudáveis, define a osteoporose, indicando um risco aumentado de fraturas por fragilidade.
A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica caracterizada por diminuição da massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, levando a um aumento da fragilidade óssea e, consequentemente, a um maior risco de fraturas. É uma condição de alta prevalência, especialmente em mulheres pós-menopausa e idosos, e representa um importante problema de saúde pública devido à morbimortalidade associada às fraturas. O diagnóstico definitivo da osteoporose é estabelecido pela densitometria óssea (DMO), que mede a densidade mineral óssea em locais específicos como a coluna lombar e o colo do fêmur. O critério diagnóstico da Organização Mundial da Saúde (OMS) utiliza o T-score, que compara a DMO do paciente com a média de adultos jovens saudáveis (pico de massa óssea). Um T-score igual ou inferior a -2,5 desvios-padrão define a osteoporose. Valores entre -1,0 e -2,5 desvios-padrão indicam osteopenia. Além do T-score, a presença de fraturas por fragilidade, independentemente do valor da DMO, também pode configurar o diagnóstico de osteoporose grave. O tratamento visa reduzir o risco de fraturas e pode incluir medidas não farmacológicas (exercício físico, dieta rica em cálcio e vitamina D) e farmacológicas (bifosfonatos, denosumabe, teriparatida, entre outros). Para residentes, a compreensão dos critérios diagnósticos e das opções terapêuticas é fundamental para o manejo adequado dessa condição crônica.
O T-score compara a densidade mineral óssea do paciente com a média de adultos jovens saudáveis (pico de massa óssea) e é usado para diagnosticar osteoporose em adultos. O Z-score compara com indivíduos da mesma idade, sexo e etnia, sendo mais utilizado em crianças, adolescentes e adultos jovens.
Segundo a OMS, a osteoporose é definida por um T-score de -2,5 desvios-padrão ou menos em relação à média de adultos jovens saudáveis. Um T-score entre -1,0 e -2,5 desvios-padrão define osteopenia.
Para o diagnóstico de osteoporose, a densitometria óssea deve ser realizada preferencialmente na coluna lombar (L1-L4) e no colo do fêmur. Em alguns casos, o fêmur total ou o rádio distal também podem ser avaliados.
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