Santa Casa de São José dos Campos (SP) — Prova 2020
São fatores de risco para osteoporose:
Fatores de risco para osteoporose incluem hereditariedade, tabagismo, etilismo, menopausa precoce e sedentarismo.
A osteoporose é uma doença multifatorial. Fatores genéticos (hereditariedade), comportamentais (tabagismo, etilismo) e hormonais (menopausa precoce) são reconhecidos como importantes contribuintes para a perda de massa óssea e aumento do risco de fraturas.
A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração microarquitetural do tecido ósseo, com consequente aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade a fraturas. É uma condição de saúde pública global, especialmente em idosos, com alta morbidade e mortalidade associadas às fraturas. A identificação dos fatores de risco é crucial para a prevenção e manejo. Os fatores de risco para osteoporose são diversos e podem ser divididos em modificáveis e não modificáveis. Fatores não modificáveis incluem idade avançada, sexo feminino, raça branca ou asiática, história familiar de osteoporose ou fraturas (hereditariedade) e menopausa precoce. Fatores modificáveis importantes incluem tabagismo, consumo excessivo de álcool (etilismo), sedentarismo, baixa ingestão de cálcio e vitamina D, uso crônico de corticosteroides e algumas doenças crônicas (ex: hipertireoidismo, doenças inflamatórias intestinais). O tabagismo e o etilismo são particularmente prejudiciais à saúde óssea, pois interferem na formação óssea, na absorção de cálcio e na função hormonal. A obesidade, ao contrário do que se pode pensar, geralmente não é um fator de risco para osteoporose, e em alguns casos, o peso corporal elevado pode ser protetor devido ao estresse mecânico sobre os ossos. A prevenção envolve a modificação de fatores de risco, ingestão adequada de cálcio e vitamina D, e prática regular de exercícios físicos.
Fatores modificáveis incluem tabagismo, consumo excessivo de álcool, sedentarismo, baixa ingestão de cálcio e vitamina D, uso prolongado de certos medicamentos (como corticosteroides) e algumas condições médicas crônicas.
O tabagismo e o etilismo prejudicam a saúde óssea ao interferir na formação óssea, na absorção de cálcio, na função hormonal (diminuindo estrogênio em mulheres e testosterona em homens) e aumentando o estresse oxidativo, o que leva à perda de massa óssea.
A menopausa precoce (antes dos 40-45 anos) leva a uma deficiência estrogênica prolongada. O estrogênio é crucial para a manutenção da massa óssea, e sua ausência precoce acelera a perda óssea, aumentando significativamente o risco de osteoporose.
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