Osteonecrose de Mandíbula por Bifosfonados: Diagnóstico e Manejo

HPEV - Hospital Professor Edmundo Vasconcelos (SP) — Prova 2016

Enunciado

Paciente feminina de 60 anos com densitometria óssea, mostrando DP-2.6 em relação a mulheres jovens na coluna lombar, em tratamento com bifosfonados há 10 anos, retorna ao seu geriatra, referindo que seu dentista não conseguia realizar implante dentário, pois o seu osso da mandíbula estava "fraco e se quebrava com facilidade". Diante disso, qual o diagnóstico provável e sua conduta?

Alternativas

  1. A) Osteoporose senil, manteria o bifosfonado e aumentaria a reposição de cálcio.
  2. B) Osteonecrose de mandíbula, manteria o bifosfonado e aumentaria a reposição de cálcio.
  3. C) Osteonecrose de mandíbula, retiraria o bifosfonado e manteria a dosagem de cálcio.
  4. D) Osteonecrose de mandíbula, aumentaria a dose de bifosfonado e da reposição de cálcio.
  5. E) Osteoporose pós menopausa, manteria o bifosfonado e adicionaria reposição de estrógeno.

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