Osteomielite Crônica: Diagnóstico e Conduta Cirúrgica

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Cláudio, um homem de 48 anos, foi submetido à redução aberta e fixação interna com placa e parafusos de uma fratura exposta de tíbia esquerda (Gustilo II) há oito meses. Evoluiu inicialmente bem, mas há três semanas passou a notar a saída de secreção amarelada e fluida por um pequeno orifício sobre a cicatriz cirúrgica. Ele nega febre, calafrios ou mal-estar sistêmico, relatando apenas um desconforto local leve ao deambular. Ao exame físico, apresenta uma fístula cutânea no terço médio da região pré-tibial com drenagem de líquido seropurulento, sem sinais de flogose aguda exuberante ou instabilidade do foco da fratura. Radiografias recentes mostram calo ósseo em formação, porém com áreas de radiolucência ao redor de um dos parafusos distais e reação periosteal espessada. Diante da principal hipótese diagnóstica, a conduta mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Iniciar antibioticoterapia empírica intravenosa com vancomicina e ciprofloxacino imediatamente.
  2. B) Solicitar cintilografia óssea com tecnécio-99m para confirmar a atividade inflamatória.
  3. C) Realizar a coleta de secreção da fístula com swab para cultura e antibiograma direcionado.
  4. D) Realizar desbridamento cirúrgico com coleta de fragmentos ósseos profundos para cultura.

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