SGCH - Santa Genoveva Complexo Hospitalar (MG) — Prova 2019
Quando ocorrer suspeita de eventos adversos ao antiviral, a notificação deve ser feita à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) por meio do Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária.
Oseltamivir: efeitos GI podem reduzir absorção, mas NÃO indicam aumento de dose ou tempo de tratamento.
A alternativa correta (A) destaca que, embora efeitos gastrointestinais possam reduzir a absorção do oseltamivir, não há recomendação para aumentar a dose ou prolongar o tratamento. Isso é crucial para evitar toxicidade e manter a eficácia conforme as diretrizes padrão.
O oseltamivir é um inibidor da neuraminidase amplamente utilizado no tratamento e profilaxia da influenza. Sua eficácia depende da administração precoce, idealmente nas primeiras 48 horas do início dos sintomas. A farmacovigilância é um componente crítico da segurança medicamentosa, e a notificação de eventos adversos à ANVISA é fundamental para monitorar e aprimorar o perfil de segurança dos medicamentos. A farmacocinética do oseltamivir envolve sua absorção oral e metabolização. Eventos adversos gastrointestinais, como náuseas, vômitos e diarreia, são comuns e podem, teoricamente, afetar a absorção. Contudo, as diretrizes atuais não recomendam o aumento da dose ou prolongamento do tratamento em resposta a esses efeitos, a menos que o vômito ocorra em até uma hora após a dose, quando uma dose adicional é indicada. O ajuste de dose do oseltamivir é essencial em pacientes com insuficiência renal, sendo determinado pelo clearance de creatinina para evitar acúmulo do fármaco e potenciais toxicidades. É importante que médicos e residentes estejam cientes dessas particularidades para garantir o uso seguro e eficaz do antiviral, otimizando os resultados clínicos e minimizando riscos.
Os eventos adversos mais comuns do oseltamivir são gastrointestinais, incluindo náuseas, vômitos e diarreia. Outros efeitos podem ocorrer, e a notificação à ANVISA é importante.
A dose de oseltamivir deve ser ajustada em pacientes com insuficiência renal, com base no clearance de creatinina. Este ajuste é crucial para evitar acúmulo e toxicidade do medicamento.
Se um paciente vomitar até uma hora após a ingestão do oseltamivir, uma dose adicional deve ser administrada. No entanto, se o vômito ocorrer após uma hora, não é necessário administrar uma dose extra.
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