CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2008
Um espelho côncavo com um objeto entre o seu ponto focal e o vértice vai formar uma imagem:
Objeto entre foco e vértice em espelho côncavo → Imagem virtual, direita e maior.
Quando um objeto é posicionado entre o foco e o vértice de um espelho côncavo, os raios refletidos divergem, e seus prolongamentos formam uma imagem virtual atrás do espelho.
A óptica geométrica é fundamental para a oftalmologia, pois explica como as lentes e espelhos manipulam a luz para formar imagens na retina ou em instrumentos de exame. O espelho côncavo é um exemplo clássico de sistema convergente que, dependendo da distância do objeto, pode atuar como um ampliador de imagem. Na prática clínica, o entendimento dessas propriedades auxilia na compreensão do funcionamento de equipamentos como o oftalmoscópio indireto e na correção de vícios de refração. A imagem virtual e aumentada produzida quando o objeto está próximo ao vértice é a base para espelhos de maquiagem ou barbear, que permitem visualização detalhada.
Uma imagem é considerada virtual quando é formada pelo prolongamento dos raios de luz refletidos, situando-se 'atrás' da superfície do espelho, não podendo ser projetada em um anteparo.
Espelhos côncavos podem formar imagens reais ou virtuais, dependendo da posição do objeto. Espelhos convexos formam apenas imagens virtuais, direitas e menores que o objeto.
Se o objeto estiver além do foco, a imagem é real e invertida. Se estiver exatamente no foco, a imagem é imprópria (no infinito). Se estiver entre o foco e o vértice, a imagem é virtual, direita e aumentada.
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