Santa Casa de Araçatuba (SP) — Prova 2021
Levando-se em consideração a prescrição de oligoelementos na nutrição parenteral de pacientes pediátricos, assinale a alternativa correta.
Colestase em nutrição parenteral pediátrica → Suspender cobre e manganês devido ao risco de toxicidade.
Em pacientes pediátricos com colestase em nutrição parenteral, a excreção biliar de cobre e manganês está comprometida. A manutenção da suplementação desses oligoelementos pode levar ao acúmulo e toxicidade, sendo necessária a suspensão ou ajuste rigoroso.
A nutrição parenteral (NP) é vital para pacientes pediátricos que não podem receber nutrição enteral adequada. A suplementação de oligoelementos é crucial para prevenir deficiências, mas deve ser cuidadosamente individualizada, especialmente em condições clínicas específicas. A colestase é uma complicação comum em pacientes pediátricos em NP de longo prazo, alterando o metabolismo e a excreção de diversos nutrientes. Cobre e manganês são oligoelementos essenciais, mas sua excreção ocorre predominantemente pela via biliar. Em pacientes com colestase, a diminuição do fluxo biliar compromete a eliminação desses metais, levando ao seu acúmulo no fígado e outros tecidos, com risco de toxicidade. A toxicidade por manganês pode causar neurotoxicidade, enquanto a toxicidade por cobre pode agravar a disfunção hepática. Portanto, a monitorização dos níveis séricos de oligoelementos e o ajuste da formulação da NP são imperativos em pacientes pediátricos com colestase. A suspensão ou redução significativa da suplementação de cobre e manganês é uma medida protetora fundamental para evitar complicações graves e otimizar o manejo nutricional desses pacientes.
Em pacientes com colestase, a suplementação de cobre e manganês deve ser suspensa ou reduzida, pois sua excreção é predominantemente biliar, e o acúmulo pode levar à toxicidade.
Na colestase, a diminuição do fluxo biliar impede a eliminação adequada de cobre e manganês, levando ao acúmulo desses metais no fígado e outros tecidos. O excesso de manganês pode causar neurotoxicidade, e o cobre pode agravar a disfunção hepática.
Não, a suplementação de ferro na nutrição parenteral pediátrica deve ser cautelosa, especialmente em pacientes críticos, devido ao risco de estresse oxidativo e proliferação bacteriana. É indicada apenas quando há deficiência comprovada e monitoramento rigoroso.
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