UniEVANGÉLICA - Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2015
Nas últimas décadas, a avaliação do líquido amniótico e seus determinantes evoluíram do mero interesse acadêmico da fisiologia feto-placentária para importante ferramenta de monitoramento intrauterino, especialmente nos casos de oligodramnia. As principais causas de oligodramnia incluem:
Oligodramnia = ROPREMA, insuficiência placentária, malformações urinárias fetais e pós-datismo.
A oligodramnia, definida como volume reduzido de líquido amniótico, pode ter diversas causas, sendo as principais a ruptura prematura das membranas (ROPREMA), insuficiência placentária, malformações do trato urinário fetal e gestação pós-termo (pós-datismo).
A oligodramnia é uma condição obstétrica caracterizada pela diminuição do volume de líquido amniótico, essencial para o desenvolvimento fetal adequado. Sua avaliação é uma ferramenta crucial no monitoramento intrauterino, pois pode indicar sofrimento fetal ou malformações. A etiologia é multifatorial e seu reconhecimento é vital para a conduta. As principais causas de oligodramnia incluem a ruptura prematura das membranas (ROPREMA), onde há perda direta de líquido; a insuficiência placentária, que leva à restrição de crescimento fetal e diminuição da perfusão renal fetal, reduzindo a produção de urina; malformações do trato urinário fetal, como agenesia renal ou obstrução, que impedem a formação de urina; e o pós-datismo, onde a função placentária pode diminuir e a produção de líquido amniótico pode ser reduzida. O diagnóstico é feito por ultrassonografia, avaliando o Índice de Líquido Amniótico (ILA) ou a maior bolsa. O manejo depende da causa, idade gestacional e bem-estar fetal, podendo incluir hidratação materna, amnioinfusão ou interrupção da gestação. A oligodramnia aumenta o risco de hipoplasia pulmonar, deformidades e compressão do cordão umbilical, exigindo monitoramento rigoroso.
As principais causas de oligodramnia incluem a ruptura prematura das membranas (ROPREMA), insuficiência placentária, malformações do trato urinário fetal (como agenesia renal) e gestação pós-termo (pós-datismo).
A insuficiência placentária compromete o fluxo sanguíneo para o feto, levando a uma redução da perfusão renal fetal e, consequentemente, a uma diminuição da produção de urina fetal, que é o principal componente do líquido amniótico no segundo e terceiro trimestres.
A oligodramnia pode levar a complicações graves como hipoplasia pulmonar, deformidades musculoesqueléticas (síndrome de Potter), compressão do cordão umbilical, sofrimento fetal e parto prematuro.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo