PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2022
Os quadros de obstrução intestinal completa de origem colônica tem, como causa principal, a seguinte patologia:
Obstrução intestinal colônica completa = neoplasia maligna é a principal causa.
A obstrução intestinal completa de origem colônica é uma emergência cirúrgica. A causa mais comum, especialmente em pacientes idosos, é a neoplasia maligna colorretal, que pode levar a um bloqueio mecânico do lúmen intestinal.
A obstrução intestinal é uma condição grave que requer diagnóstico e tratamento urgentes. Quando a obstrução é de origem colônica e completa, a etiologia mais frequentemente encontrada é a neoplasia maligna colorretal. Essa condição é particularmente prevalente em pacientes idosos, onde o câncer de cólon e reto é uma das principais causas de morbimortalidade. O reconhecimento precoce é vital para evitar complicações como isquemia, necrose e perfuração intestinal. A fisiopatologia da obstrução colônica por neoplasia envolve o crescimento tumoral que progressivamente oclui o lúmen intestinal. Isso leva ao acúmulo de gases e líquidos a montante da obstrução, causando distensão abdominal, dor, náuseas, vômitos e, eventualmente, falha na eliminação de flatos e fezes. Outras causas incluem diverticulite crônica com estenose, volvo e fecaloma, mas a malignidade deve ser sempre a principal suspeita em um quadro de obstrução completa. O manejo inicial da obstrução intestinal colônica inclui estabilização hemodinâmica, descompressão (sonda nasogástrica) e investigação diagnóstica por imagem (TC de abdome). O tratamento definitivo geralmente é cirúrgico, visando a ressecção do segmento obstruído e, se possível, a reconstrução do trânsito intestinal. Em casos de emergência, pode ser necessária uma colostomia de alívio. A compreensão da etiologia e do manejo é crucial para residentes que atuam em emergências e cirurgia geral.
As principais causas de obstrução intestinal colônica incluem neoplasias malignas (a mais comum), diverticulite aguda ou crônica com estenose, volvo (sigmoide ou ceco), fecaloma impactado e, menos frequentemente, hérnias ou aderências.
Neoplasias malignas, especialmente o câncer colorretal, crescem no lúmen intestinal, causando estenose progressiva e, eventualmente, obstrução completa. A incidência aumenta com a idade, e muitos pacientes podem apresentar a obstrução como primeira manifestação da doença.
A diferenciação envolve a história clínica (idade, fatores de risco), exame físico e exames de imagem como radiografia abdominal, tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve. A TC é fundamental para identificar a localização, a causa e a presença de complicações como perfuração.
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