Obesidade Infantil Grave: Diagnóstico e Manejo Clínico Atual

PSU-MG - Processo Seletivo Unificado de Minas Gerais — Prova 2025

Enunciado

Criança de 5 anos e 6 meses compareceu à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina em Pediatria. A mãe se mostra preocupada com a alimentação da criança, pois esta se baseia em poucos alimentos, a saber: arroz, batata, macarrão e carne de frango ou ovo. Não aceita outros legumes, verduras ou quaisquer frutas. Gosta de doces e salgadinhos industrializados. Hoje, na avaliação pôndero estatural, tem peso de 29 Kg (Escore-Z no gráfico da Organização Mundial de Saúde - OMS - entre + 2 e +3) e estatura 116 cm (Escore-Z no gráfico da OMS entre 0 e +1) e IMC de 21,5 (Escore-Z no gráfico da OMS = 3). Diante do caso apresentado e considerando os distúrbios nutricionais na infância, é CORRETO afirmar que:

Alternativas

  1. A) A avaliação pôndero estatural nos indica que a intervenção deve ser baseada em restringir os carboidratos na alimentação até que ocorra a perda de peso para o escore-Z zero esperado para a idade.
  2. B) A seletividade alimentar apresentada pelo paciente justifica a conduta de iniciar a reposição medicamentosa de ferro, vitamina A e vitamina D.
  3. C) O diagnóstico de obesidade grave torna necessário a recomendação de prática de atividades físicas, bem como avaliação laboratorial de perfil lipídico e glicêmico.
  4. D) O transtorno alimentar restritivo evitativo é diagnóstico provável nesse caso, sendo importante a avaliação laboratorial de anemia ferropriva e deficiência de oligoelementos.

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