Nutrição Parenteral vs Enteral na Doença de Crohn

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Campus Sorocaba — Prova 2024

Enunciado

Uma mulher de 49 anos com doença de Crohn refratária ao tratamento médico e alto débito na ileostomia (2.200 mL/dia) é encaminhada ao seu hospital. Ela passou por várias cirurgias abdominais por complicações da doença de Crohn e atualmente tem uma ileostomia em alça a aproximadamente 120 cm da válvula ileocecal. Ela não conseguiu tolerar nenhum medicamento para doença inflamatória intestinal além dos corticosteróides. A paciente foi internada em outro hospital duas vezes nos últimos 3 meses para reidratação e reposição de sódio, potássio e magnésio. Ela agora chega à sua instituição reclamando de aumento da eliminação de fezes pela ostomia, tontura, fadiga e náuseas. Relata uma perda de peso recente de aproximadamente 10 kg (aproximadamente 15% do peso corporal total). Um cateter de Hickman é colocado em sua veia subclávia direita e ela recebe 3 dias de nutrição parenteral sem complicações. Ela recebe alta para casa em nutrição parenteral. Você gostaria de realizar a remoção da ileostomia, mas primeiro gostaria de melhorar seu estado nutricional. Em comparação com a nutrição enteral, a nutrição parenteral

Alternativas

  1. A) não é influenciada pela escassez dos produtos;
  2. B) preserva a função imunológica do intestino;
  3. C) não está associada à disfunção óssea metabólica;
  4. D) é menos provável que cause diarreia.

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