Nutrição Enteral no Choque Séptico: Quando Manter?

USP/HCFMUSP - Hospital das Clínicas da FMUSP (SP) — Prova 2025

Enunciado

Mulher, 62 anos de idade, diabética tipo 2, em uso de metformina, gliclazida e insulina NPH 0,4 U/kg/dia, foi internada com diagnóstico de choque séptico de foco urinário. No 5º dia de UTI, recebeu dieta enteral a 20 mL/h (1,5 Kcal/mL; 84 g/L de proteína). Recebeu noradrenalina 0,1 μg/kg/min, tempo de enchimento capilar 3 segundos. Está em terapia substitutiva renal contínua há dois dias, com balanço hídrico positivo acumulado de 7L. Abdome com distensão moderada, sem evacuar há quatro dias. Glicemias 150-200 mg/dL nas últimas 24 horas, com insulina NPH SC 10 UI 8/8h. Exames laboratoriais: Cr: 1,5 mg/dL Ur: 150 mg/dL. Na⁺: 140 mEq/L. K⁺: 4,2 mEq/L Lactato: 36 mg/dL Em relação ao caso descrito, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada:

Alternativas

  1. A) Manter infusão da dieta enteral.
  2. B) Manter infusão da dieta enteral e associar módulo proteico.
  3. C) Aumentar infusão da dieta enteral.
  4. D) Suspender infusão da dieta enteral.

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