Nutrição Enteral no Paciente Cirúrgico: Prevenindo Aspiração

Fundação Universidade Federal do Tocantins - Campus Palmas — Prova 2018

Enunciado

O uso racional da terapia nutricional no paciente cirúrgico trouxe avanços notáveis nos resultados pós-operatórios. Com relação à nutrição do paciente cirúrgico, podemos afirmar: 

Alternativas

  1. A) O cálculo do IMC (índice de massa corpórea) é o principal método de avaliação do grau de nutrição do paciente, sendo os demais métodos utilizados nos pacientes que em que não é possível aferir tal índice, como, por exemplo, nos pacientes acamados. 
  2. B) No jejum oral prolongado a glicose deve ser reposta por via parenteral, pois com o jejum prolongado há uma diminuição dos níveis de glicose, associado a tonturas, desmaios e até convulsões, isso ocorre devido à glicose ser a única fonte de energia para o cérebro.
  3. C) Em pacientes politraumatizados graves há uma diminuição do seu metabolismo basal, numa tentativa de elevar os níveis glicêmicos do paciente.
  4. D) Apesar de poder causar diarréias com o uso de dieta hiperosmolar, a posição de sonda alimentar no duodeno ou jejuno é preferível em pacientes comatosos e com refluxo gastroesofágico com risco de broncoaspirações.
  5. E) A glutamina é um carboidrato muito importante como fonte de energia aos enterócitos, sendo relacionado à diminuição da translocação bacteriana e sepse.

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