INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (RJ) — Prova 2016
Assinale a alternativa que contém exclusivamente doenças ou agravos a saúde em que os casos devam ser compulsoriamente notificados imediatamente (até 24h) ao Ministério da Saúde.
Notificação Compulsória Imediata (24h) = Malária extra-Amazônica, Raiva humana, Sarampo (entre outras).
A notificação compulsória imediata (em até 24 horas) é crucial para doenças com alto potencial de disseminação, gravidade ou que exigem medidas de controle urgentes. Malária na região extra-Amazônica, Raiva humana e Sarampo são exemplos de agravos que demandam essa agilidade para a vigilância epidemiológica.
A notificação compulsória de doenças e agravos à saúde é um pilar fundamental da vigilância epidemiológica no Brasil, permitindo o monitoramento, controle e prevenção de eventos de saúde pública. As doenças são classificadas quanto à periodicidade da notificação: imediata (até 24 horas) ou semanal. A Portaria GM/MS nº 204, de 17 de fevereiro de 2016, estabelece a lista nacional de doenças de notificação compulsória. A notificação imediata é reservada para doenças e agravos que representam um risco iminente à saúde pública, seja pelo seu potencial de disseminação rápida, alta letalidade ou necessidade de intervenção urgente. Exemplos clássicos incluem surtos de doenças transmissíveis, eventos de saúde pública de importância internacional e doenças com alta gravidade. Conhecer quais doenças exigem notificação imediata é crucial para médicos residentes e profissionais de saúde, pois a agilidade na comunicação permite que as equipes de vigilância epidemiológica atuem prontamente na investigação, bloqueio de transmissão e implementação de medidas preventivas, protegendo a comunidade e evitando epidemias. A Malária na região extra-Amazônica, Raiva humana e Sarampo são exemplos claros de condições que demandam essa resposta rápida.
A notificação imediata permite que as autoridades de saúde pública tomem medidas de controle e prevenção rapidamente, evitando a disseminação de doenças com alto potencial epidêmico ou de alta letalidade.
Exemplos incluem Malária na região extra-Amazônica, Raiva humana, Sarampo, Botulismo, Cólera, Doença de Chagas Aguda, Febre Amarela, entre outras.
A lista completa e atualizada das doenças de notificação compulsória no Brasil pode ser consultada nas portarias do Ministério da Saúde, como a Portaria GM/MS nº 204/2016 e suas revisões.
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