HE Jayme Neves - Hospital Escola Jayme dos Santos Neves (ES) — Prova 2024
Paciente, mulher de 25 anos, procurou Unidade de Pronto Atendimento (UPA) apresentando sintomas clássicos de febre, fadiga, dores significativas na cabeça e no corpo, além de vermelhidão difusa na pele (exantema), sem queixas de vômitos ou dor abdominal.No momento da admissão, sua temperatura foi registrada como 38.5°C, pressão arterial de 105/65mmHg, frequência cardíaca de 90 batimentos por minuto e saturação de oxigênio de 98% em ar ambiente. No exame físico, a paciente estava responsiva, orientada no tempo e espaço, mas parecia cansada. Não havia sinais de hemorragia, como petéquias, sangramento nasal ou gengival. Devido à suspeita de dengue, foi realizada uma coleta de sangue para exames laboratoriais, incluindo um teste de dengue. Em relação a Notificaçao, podemos afirmar:
Dengue suspeita → notificação compulsória imediata pelo médico assistente, independente de confirmação laboratorial.
A notificação de casos suspeitos de dengue é compulsória e deve ser realizada pelo médico assistente imediatamente, mesmo antes da confirmação laboratorial. Isso permite que as autoridades de saúde pública implementem medidas de controle e prevenção de forma oportuna.
A dengue é uma arbovirose de grande impacto na saúde pública brasileira, com alta incidência e potencial para surtos e epidemias. A notificação compulsória é um instrumento fundamental para a vigilância epidemiológica, permitindo o monitoramento da doença e a tomada de decisões estratégicas. A notificação de casos suspeitos de dengue é imediata e obrigatória, devendo ser realizada pelo profissional de saúde que atendeu o paciente, mesmo antes da confirmação laboratorial. Isso se deve à necessidade de agilidade na resposta da saúde pública para controle vetorial e prevenção de novos casos. O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) é a ferramenta utilizada para registrar esses casos. A compreensão do fluxo de notificação é crucial para residentes e profissionais, pois garante a qualidade dos dados epidemiológicos e a eficácia das ações de saúde coletiva.
A notificação de casos suspeitos de dengue deve ser realizada imediatamente pelo médico assistente, independentemente da confirmação laboratorial, para permitir ações rápidas de vigilância e controle.
O objetivo é monitorar a ocorrência da doença, identificar surtos e subsidiar a implementação de medidas de controle e prevenção por parte das autoridades de saúde pública.
O profissional de saúde que prestou o primeiro atendimento ou diagnosticou o caso suspeito é o responsável pela notificação, geralmente o médico assistente.
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