Notificação Compulsória: Sífilis e IST na Vigilância Epidemiológica

HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2018

Enunciado

Com o objetivo de aprimorar a Vigilância Epidemiológica, o MS revisou a definição de casos de sífilis congênita, sífilis em gestantes e sífilis adquirida e outras doenças. Em relação a isso, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas

  1. A) A notificação é obrigatória no caso de sífilis adquirida, sífilis em gestante, sífilis congênita, hepatites virais B e C, AIDS, infecção pelo HIV, infecção pelo HIV em gestante, parturiente ou puérpera e criança exposta ao risco de transmissão vertical do HIV, conforme a Portaria vigente.
  2. B) A Síndrome do Corrimento Uretral Masculino é de notificação compulsória, a ser monitorada por meio da estratégia de vigilância em unidades-sentinela e suas diretrizes, de acordo com a Portaria vigente. As demais IST, mesmo se considerado conveniente, não podem ser incluídas na lista de notificação dos estados/municípios.
  3. C) A sífilis congênita é de notificação compulsória nacional desde o ano de 1986; a sífilis em gestante, desde 2005; e a sífilis adquirida, desde 2010. Os casos de gestante vivendo com HIV/AIDS e criança exposta ao HIV passaram a integrar o Sistema Nacional de Vigilância em 2000; os casos de hepatite B, em 1998, e os de hepatite C, em 1999.
  4. D) É importante ressaltar que, nos últimos anos, houve aumento na detecção de sífilis em gestantes, com a melhoria da vigilância epidemiológica e com a ampliação da cobertura de testagem (utilizando a tecnologia de Teste Rápido - TR) no pré-natal, no âmbito da Rede Cegonha. Em 2013, foram registrados no Sinan 21.382 casos de sífilis em gestantes, com taxa de detecção de 7,4 casos por 1.000 nascidos vivos.

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