Nódulo Tireoidiano: PAAF, Bethesda e Seguimento Clínico

UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2018

Enunciado

Mulher, 41 anos, procura atendimento por nódulo tireoidiano. Ao exame físico, identifica-se nódulo de aproximadamente 3 cm em topografia de lobo esquerdo. Ultrassonografia de tireoide: nódulo único de 3,2 x 2,9 cm em polo inferior do lobo esquerdo, hipoecogênico, com halo periférico, bem delimitado, vascularização periférica maior que central ao estudo com Doppler, sem presença de microcalcificações. Exames laboratoriais com TSH = 3,9 mU/L (Valor referência = 0,55 a 4,78 mU/L). Com base no caso clínico, é CORRETO afirmar que:

Alternativas

  1. A) TSH sérico não deve ser solicitação de rotina na avaliação inicial de um nódulo tireoidiano.
  2. B) A ultrassonografia de tireoide é um exame limitado para a detecção de nódulos tireoidianos, apresentando baixa sensibilidade.
  3. C) Os achados ultrassonográficos permitem isoladamente uma distinção absoluta entre lesão benigna e maligna.
  4. D) Neste caso, há a indicação de cintilografia de tireoide para avaliar se o nódulo é captante, antes da punção aspirativa por agulha fina. 
  5. E) Se a punção aspirativa por agulha fina do nódulo for compatível com categoria II do sistema Bethesda, significa que o nódulo é benigno e deve ser realizado seguimento clínico.

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