Nódulo Tireoidiano: Abordagem Diagnóstica e Fatores de Risco
UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2024
Enunciado
Mulher de 40 anos apresenta nódulo em região central do pescoço, pouco acima da fúrcula esternal, há seis meses. Nega dor, disfagia, dispneia e rouquidão. AP: nega tabagismo, etilismo, história de câncer na família; rabdomiossarcoma em face na infância, com metástase linfonodal em região cervical, tratado com quimioterapia e radioterapia. Ao exame físico: nódulo de 2 cm, paratraqueal à direita, móvel à deglutição e indolor à palpação. Diante da hipótese de neoplasia maligna da tireoide, o subtipo mais provável e a melhor conduta são, respectivamente:
Alternativas
A) medular; solicitar punção aspirativa por agulha fina (PAAF) guiada por US e, de acordo com o resultado, avaliar a indicação de tireoidectomia.
B) medular; solicitar TSH e se nível abaixo do normal, solicitar US e, de acordo com as características do nódulo, avaliar a necessidade de PAAF.
C) papilífero; solicitar TSH e se nível abaixo do normal, solicitar cintilografia da tireoide e, na presença de um nódulo quente, realizar PAAF guiada por US.
D) papilífero; solicitar TSH e se nível normal ou acima, solicitar US e, de acordo com as características do nódulo, avaliar a necessidade de PAAF.
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