UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2020
O nascimento do feto pré-termo é aquele que ocorre entre 20ª e a 37ª semana de gestação sendo uma das principais causas de mortalidade e morbidade neonatal. São medidas bem recomendadas no manejo do trabalho de parto prematuro:
Sulfato de magnésio < 32 semanas → neuroproteção fetal e ↓ risco de paralisia cerebral.
O sulfato de magnésio é uma intervenção crucial em gestações com menos de 32 semanas em iminência de parto prematuro, atuando como neuroprotetor fetal. Sua administração visa reduzir a incidência e a gravidade da paralisia cerebral, uma complicação devastadora da prematuridade extrema.
O trabalho de parto prematuro, definido como o nascimento entre a 20ª e a 37ª semana de gestação, é uma das principais causas de morbidade e mortalidade neonatal. As complicações associadas à prematuridade incluem síndrome do desconforto respiratório, hemorragia intraventricular, enterocolite necrosante e, notavelmente, paralisia cerebral. O manejo adequado visa otimizar os resultados neonatais através de intervenções específicas. A neuroproteção fetal é um pilar fundamental no manejo da prematuridade extrema. O sulfato de magnésio é o agente de escolha para essa finalidade, atuando na estabilização de membranas neuronais e na redução da inflamação. Sua administração é indicada em gestantes com idade gestacional inferior a 32 semanas que estão em iminência de parto prematuro, com o objetivo primário de diminuir o risco de paralisia cerebral e outras disfunções neurológicas. Além da neuroproteção, outras medidas incluem a corticoterapia antenatal para maturação pulmonar (geralmente entre 24 e 34 semanas), o uso de tocolíticos para prolongar a gestação e permitir a ação dos corticoides, e a profilaxia de infecção. A via de parto deve ser individualizada, e a cesariana não é rotineiramente indicada apenas pela prematuridade, exceto por indicações obstétricas específicas.
A principal indicação é a neuroproteção fetal em gestações com menos de 32 semanas, visando reduzir o risco de paralisia cerebral.
É recomendado para gestações com idade gestacional inferior a 32 semanas, quando há iminência de parto prematuro.
Outras medidas incluem corticoterapia para maturação pulmonar (geralmente entre 24 e 34 semanas), tocolíticos para inibir contrações e, em casos selecionados, antibióticos para profilaxia de infecção.
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