Neuropatia Diabética: Manejo da Dor e Ajuste de Insulina

HIS - Hospital Infantil Sabará (SP) — Prova 2020

Enunciado

Homem, 68 anos de idade, em seguimento ambulatorial por diabetes mellitus tipo 2 há 20 anos, atualmente em uso de metformina e gliclazida, com doses otimizadas. Há 3 meses iniciou o uso de insulina NPH com 10 UI ao acordar e ao deitar-se. Nega outras comorbidades. Queixa-se de queimação plantar bilateral, pior à direita, principalmente à noite, com melhora ao caminhar. Nega outros sintomas. Ao exame clínico: bom estado, corado, hidratado, sem alterações em semiologias pulmonar, cardíaca ou abdominal.Membros inferiores: sem edema, pulsos pediosos e tibial posterior simétricos e amplos, ausência de sensibilidade ao monofilamento 10g em 2 pontos plantares bilateralmente. Teste com diapazão 128Hz, com ausência de sensibilidade em hálux direito, preservados nos demais pontos. Exames complementares: glicemia de jejum: 136 mg/dL; Hemoglobina glicada: 7,8%; Creatinina: 0,8 mg/dL; Ureia: 48 mg/dL; Sódio: 138 mEq/dL; Potássio: 3,8 mEq/dL; Relação proteína/creatinina urinária: 0,8 g/g. Controle domiciliar de glicemia capilar, reproduzido a seguir. Qual deve ser a conduta neste momento?

Alternativas

  1. A) Aumentar NPH após o jantar; sertralina via oral.
  2. B) Introduzir insulina regular no café; sertralina por via oral.
  3. C) Aumentar NPH ao acordar; pregabalina via oral.
  4. D) Introduzir insulina regular no café e prescrever pregabalina via oral.
  5. E) Aumentar NPH antes do almoço; amitriptilina via oral.

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