Neuropatia Diabética: Manejo da Dor e Tratamento

IPSEMG - Instituto de Previdência dos Servidores de Minas Gerais — Prova 2020

Enunciado

Joana tem 58 anos, é hipertensa, dislipidêmica, diabética do tipo 2 e encontra-se acima do peso. Está há dois anos sem consultar ou fazer qualquer exame, apenas compra sua medicação na farmácia perto de casa. Faz uso de metformina e anlodipina. A pedido da sua filha procurou o médico generalista do Centro de Saúde perto da sua casa. Após a consulta, o médico pactuou com a paciente um plano de cuidados com várias ações a serem desenvolvidas. Seis meses depois, Dona Joana retorna a consulta informando o surgimento de parestesias em ambas as mãos. Joana descreve a sensação como “agulhadas” nas mãos. Foi feito o diagnóstico de neuropatia diabética e repactuado o plano de cuidados. Entre as condutas listadas abaixo assinale qual seria a mais adequada:

Alternativas

  1. A) Prescrever anti-inflamatórios não esteróides.
  2. B)  Orientar o controle glicêmico de forma intensa e orientar que com a normalização da glicemia haverá regressão da neuropatia.
  3. C)  Prescrever antidepressivo tricíclico começando com doses baixas e titular a dose até melhora da parestesia.
  4. D)  Fazer a troca da metformina por insulina porque o aparecimento da neuropatia é sinal da falência do tratamento com hipoglicemiante oral.

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