NMOSD: Manejo e Prevenção de Recidivas na Neuromielite Óptica

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Letícia, uma paciente de 32 anos, apresenta-se ao ambulatório de neurologia com história de perda visual súbita e dolorosa em ambos os olhos, ocorrendo com intervalo de apenas três dias entre eles. Relata também que, há duas semanas, desenvolveu fraqueza progressiva nos membros inferiores, acompanhada de perda de sensibilidade do umbigo para baixo e episódios de incontinência urinária. Ao exame físico, apresenta paraparesia crural grau III, nível sensitivo em T10 e reflexos osteotendinosos exaltados bilateralmente nos membros inferiores. A ressonância magnética (RM) de medula espinal demonstrou uma lesão hiperintensa em T2 que se estende continuamente do segmento C3 ao C7. A RM de crânio não evidenciou lesões em substância branca periventricular ou justacortical. O estudo do líquido cefalorraquidiano (LCR) revelou pleocitose com 48 células/mm³ (predomínio de neutrófilos e monócitos) e ausência de bandas oligoclonais. Diante do quadro clínico e laboratorial, qual é o tratamento de manutenção mais adequado para prevenir novas recidivas nesta paciente?

Alternativas

  1. A) Natalizumabe em monoterapia.
  2. B) Interferon-beta ou Acetato de Glatirrâmer.
  3. C) Pulsoterapia com Metilprednisolona isolada.
  4. D) Azatioprina ou Rituximabe.

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