Neoplasia Trofoblástica Gestacional: Diagnóstico e Histerectomia

Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2016

Enunciado

Mulher, 35 anos, com β-hCG positivo iniciou sangramento vaginal com 13 semanas de atraso menstrual. Ao exame a altura uterina era de 15 cm e havia saída de sangue escurecido com vesículas de permeio pelo colo. A ultrassonografia transvaginal revelou imagem em “flocos de neve” no interior uterino, sem caracterização de feto. Procedeu-se curetagem uterina e após foi realizada dosagem semanal de β-hCG, no entanto os valores desse hormônio foram ascendentes. Nova ultrassonografia transvaginal mostrava mesma imagem da anterior, porém com a concomitância de cistos ovarianos de 8 cm. Ultrassom de abdome total e radiografia de tórax eram normais. Sobre tal caso, assinale a alternativa correta:

Alternativas

  1. A) Deve-se realizar histerectomia com o oforectomia bilateral, dada à presença de cistos gigantes.
  2. B) Embora não seja obrigatória, a histerectomia associa-se a redução na dose total de quimioterápico necessário para remissão da doença.
  3. C) O tratamento deve incluir quimioterapia com múltiplas drogas e histerectomia adjuvante.
  4. D) Caso se opte pela preservação do útero, deve-se garantir contracepção segura durante o tratamento, seja com anticoncepcionais hormonais ou introdução imediata de dispositivo intrauterino.
  5. E) O melhor tratamento consiste em nova curetagem e o oforectomia bilateral.

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