UNIFESO/HCTCO - Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano (RJ) — Prova 2020
As glomerulonefrites podem ser secundárias a doenças sistêmicas ou primárias. Assinale a alternativa CORRETA:
Glomerulonefrite primária mais frequente em adultos = Nefropatia por IgA (doença de Berger).
A questão apresenta alternativas que podem levar a erro. Embora a glomerulonefrite membranoproliferativa e a segmental e focal sejam importantes, a Nefropatia por IgA (doença de Berger) é a glomerulonefrite primária mais comum em adultos globalmente. A alternativa A está incorreta, e a D também, considerando a prevalência geral.
As glomerulonefrites são um grupo heterogêneo de doenças que afetam os glomérulos renais, podendo ser primárias (quando a doença se inicia no rim) ou secundárias a doenças sistêmicas. Elas representam uma causa significativa de doença renal crônica e insuficiência renal terminal. A epidemiologia varia conforme a população e a idade. A Nefropatia por IgA (doença de Berger) é considerada a glomerulonefrite primária mais comum em adultos em todo o mundo, caracterizada por depósitos de imunocomplexos de IgA no mesângio. Outras formas importantes incluem a glomerulonefrite membranoproliferativa (menos comum hoje em dia) e a glomerulonefrite segmental e focal, que é uma causa comum de síndrome nefrótica. A proteinúria e a elevação da creatinina são sinais frequentes, e a anemia pode ocorrer em estágios avançados da doença renal. O diagnóstico preciso das glomerulonefrites é fundamental para o manejo adequado e a prevenção da progressão da doença renal. A biópsia renal é frequentemente necessária para a classificação e para guiar o tratamento. Residentes devem estar familiarizados com as diferentes apresentações clínicas e os princípios terapêuticos.
A glomerulonefrite primária mais comum em adultos é a Nefropatia por IgA (doença de Berger), caracterizada por depósitos de IgA no mesângio glomerular.
Sinais comuns de glomerulonefrite incluem hematúria (microscópica ou macroscópica), proteinúria, hipertensão arterial, edema e elevação da creatinina sérica, refletindo o dano glomerular.
A diferenciação dos tipos de glomerulonefrite geralmente requer biópsia renal com análise histopatológica, imunofluorescência e microscopia eletrônica para identificar os padrões de lesão e depósitos.
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