Nefropatia Diabética: Manejo com Empagliflozina e Espironolactona

Centro Universitário do Estado do Pará — Prova 2025

Enunciado

Uma mulher de 55 anos, com diabetes mellitus tipo 2 diagnosticado há 10 anos, é acompanhada em consulta de rotina. Ela apresenta hipertensão arterial e obesidade (IMC 33). Os exames mostram uma taxa de filtração glomerular estimada em 55 mL/min/1,73m² e albuminúria de 200 mg/24h. A paciente já faz uso de metformina 2g/dia, enalapril 40mg/dia e anlodipino 10mg/dia para controle da pressão arterial e glicemia. A pressão arterial encontra-se em 135/90 mmHg. A glicemia de jejum está em 160 mg/dL e a hemoglobina glicada em 8,2%. De acordo com as diretrizes brasileiras de diabetes, qual é a conduta terapêutica mais adequada para o manejo da nefropatia diabética neste caso?

Alternativas

  1. A) Substituir o enalapril por losartana e adicionar espironolactona para controle da pressão arterial.
  2. B) Suspender Metformina e iniciar Dapagliflozina para controle glicêmico rigoroso e manter anti-hipertensivos.
  3. C) Intensificar o controle glicêmico, associando a Glibenclamida como o segundo antidiabético oral e manter os demais.
  4. D) Associar ao esquema Espironolactona e Empagliflozina, para alcançar tanto meta pressórica quanto controle glicêmico.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo