Finerenona na Nefropatia Diabética: Otimizando a Proteção Renal

Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2024

Enunciado

Pedro, 54 anos, diabético tipo 2 e hipertenso há 8 anos, em acompanhamento clínico regular, encontra-se em uso de dapagliflozina 10 mg/dia, valsartana 320 mg/dia, metformina XR 1000 mg/dia e rosuvastatina 20 mg/dia. Não tem histórico de eventos isquêmicos/trombóticos prévios, encontra-se assintomático, com pressão arterial de 126x70 mmHg nos dois membros superiores, com os seguintes exames bioquímicos: glicose em jejum 96 mg/dL; hemoglobina glicada (método HPLC): 6,7%; clearance de creatinina: 80 ml/min/1.73 m²; LDL-c 60 mg/dL; HDL-c 54 mg/dL; microalbuminuria (2 amostras isoladas de urina): 320 mg/g e 332 mg/g. A próxima estratégia para otimizar a doença renal do diabético é:

Alternativas

  1. A) dobrar a dose da rosuvastatina.
  2. B) dobrar a dose de dapagliflozina.
  3. C) associar linagliptina.
  4. D) associar finerenona.
  5. E) associar captopril.

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