HE Cachoeiro - Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (ES) — Prova 2024
De acordo com as diferentes fases em que a necrose tubular aguda ocorre, o momento que se pode observar a diferenciação das stem cells em células tubulares renais, é:
NTA: Fase de reparação → diferenciação de stem cells em células tubulares renais e proliferação de células adjacentes.
A necrose tubular aguda (NTA) possui fases distintas. A fase de reparação é crucial, pois é nela que ocorre a proliferação e diferenciação de células-tronco e células tubulares adjacentes para restaurar a estrutura e função renal.
A necrose tubular aguda (NTA) é uma das principais causas de lesão renal aguda (LRA) intrínseca, caracterizada por dano e necrose das células epiteliais tubulares renais. Sua compreensão é fundamental para residentes, pois impacta diretamente o manejo de pacientes críticos e o prognóstico renal. A NTA pode ser isquêmica ou nefrotóxica, e sua incidência é alta em ambientes hospitalares, especialmente em UTIs. A fisiopatologia da NTA envolve uma sequência de eventos que culminam na lesão celular e subsequente tentativa de reparo. As fases da NTA incluem a fase inicial (indução), de extensão (propagação da lesão), de manutenção (disfunção renal estabelecida) e de reparação (recuperação funcional e morfológica). A fase de reparação é crucial, pois é nela que ocorre a proliferação e diferenciação de células tubulares adjacentes e de células-tronco renais, visando restaurar a polaridade e a função dos túbulos. O tratamento da NTA é primariamente de suporte, focando na otimização da hemodinâmica renal, manejo de eletrólitos e balanço hídrico, e prevenção de complicações. O prognóstico depende da causa subjacente, da gravidade da lesão e da presença de comorbidades. A recuperação completa da função renal é possível em muitos casos, mas alguns pacientes podem evoluir para doença renal crônica. A identificação precoce e o manejo adequado são essenciais para minimizar o dano e promover a recuperação.
As fases da necrose tubular aguda são: inicial (ou de indução), de extensão, de manutenção (ou oligúrica/não oligúrica) e de reparação (ou de recuperação).
A fase de reparação é marcada pela regeneração do epitélio tubular, com proliferação e diferenciação de células tubulares adjacentes e células-tronco renais, levando à restauração da função renal.
As stem cells renais, juntamente com as células tubulares sobreviventes, são fundamentais para a regeneração do epitélio tubular danificado, diferenciando-se em novas células tubulares e restaurando a integridade funcional do néfron.
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