Volvo de Ceco: Diagnóstico e Manejo no Pronto Atendimento

IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2017

Enunciado

Mulher, 50 anos, vem a um pronto atendimento queixando-se de dor abdominal, em cólica, distensão abdominal e vômitos há dois dias. Refere ser obstipada e fazer uso crônico de laxantes. Não tem antecedentes epidemiológicos para Chagas. A paciente é tabagista e refere ter ficado com quadro gripal, na última semana, tossindo muito. Antecedente de cirurgia para retirada de cisto no ovário. Não há comprometimento do estado geral e não há sinais de alarme para quadro infeccioso. Sinais vitais normais. O exame cardiorrespiratório é normal. Seu abdome é distendido, pouco tenso, doloroso em mesogástrio, com timpanismo à percussão e ruídos hidroaéreos diminuídos, sem sinais e irritação peritonial. Toque retal sem massas palpáveis e ausência de fezes na ampola. O posto somente dispõe de exames laboratoriais e radiografias simples. Seu hemograma tem 9000/mm3, PCR 8 mg/L. Uma radiografia simples de abdome é solicitada e é mostrada a seguir. (Conforme imagem do caderno de questões) Após essa radiografia, o médico decide transferir o paciente para um hospital de referência, mas tem que elaborar um breve relatório no qual deve constar a principal hipótese diagnóstica e a sua sugestão de conduta. É correto colocar no relatório:

Alternativas

  1. A) Brida e tratamento clínico com jejum, hidratação e sonda nasogástrica por 48 horas. 
  2. B) Volvo de sigmoide e colonoscopia descompressiva. 
  3. C)  Fecalomas e clisteres com glicerina por via retal. 
  4. D) Volvo de ceco e avaliação do cirurgião.
  5. E) Volvo gástrico e endoscopia. 

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