Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2022
Mulher de 45 anos comparece à consulta com queixa de dor epigástrica de início há 2 semanas, que melhora quando come algo, acompanhada de plenitude pós-prandial. A paciente nega comorbidades, é sedentária e parou de fumar há 6 meses. É funcionária doméstica, refere a preocupações com dificuldade financeira, e faz uso irregular de antiinflamatórios não-esteroidais (AINE) quando sente dores musculares. Nega perda de peso. A conduta inicial neste primeiro momento é
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