Unimed-Rio - Cooperativa de Trabalho Médico (RJ) — Prova 2025
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), morte materna é definida por morte da mulher no ciclo gravídico-puerperal, ou seja, durante a gestação ou até 42 dias após o término da gravidez. Dentre as causas de morte maternas consideradas diretas (resultantes de complicações obstétricas), a principal causa de morte materna atualmente é:
Principal causa direta de morte materna globalmente = Hemorragia.
A hemorragia é a principal causa direta de morte materna em todo o mundo, especialmente a hemorragia pós-parto. A rápida identificação e manejo são cruciais para a prevenção dessas mortes, que são em grande parte evitáveis com cuidados obstétricos adequados.
A morte materna é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gravidez, independentemente da duração ou local da gestação, por qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez ou por seu manejo, mas não por causas acidentais ou incidentais. É um indicador crucial da qualidade dos sistemas de saúde. As causas de morte materna são classificadas em diretas e indiretas. As causas diretas resultam de complicações obstétricas da gravidez, parto e puerpério, ou de intervenções, omissões, tratamento incorreto ou de uma cadeia de eventos resultantes de qualquer um desses fatores. Dentre elas, a hemorragia, principalmente a pós-parto, é globalmente a principal causa. A prevenção da hemorragia pós-parto envolve manejo ativo do terceiro estágio do trabalho de parto, uso de ocitocina, massagem uterina e identificação precoce de fatores de risco. O reconhecimento rápido e a intervenção eficaz são fundamentais para reduzir a mortalidade materna, que é em grande parte evitável com cuidados obstétricos adequados e acesso a serviços de saúde de qualidade.
A morte materna é o óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gravidez, por qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez ou por seu manejo, mas não por causas acidentais ou incidentais.
As principais causas diretas incluem hemorragia (principal), hipertensão gestacional (eclâmpsia/pré-eclâmpsia), infecções (sepse puerperal), aborto inseguro e complicações do parto e puerpério, como embolia.
A prevenção envolve o manejo ativo do terceiro estágio do trabalho de parto (uso de ocitocina, tração controlada do cordão, massagem uterina), identificação precoce de fatores de risco e acesso rápido a serviços de emergência obstétrica.
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